Sejam Bem-vindos ao Blog Twilight Fanfics!!!

Aqui você encontra qualidade e variedade de fanfics num lugar só

Fanfic Twilight: The Mark of a tear - A Marca de uma lágrima

Autora: Dayane Leonel

Censura: Livre

Tipop: Não- Finalizada


Sinopse:

Isabella se acha feia e gorda será que ela é mesmo mais é uma garota genial e acaba escrevendo lindos versos para ajudar o namoro de Rose sua melhor amiga com Jake seu grande amor.

Ela acabar conhecendo Edward que é louco por ela será que ela vai correspode-lo ou ficar sofrendo pelo Jake.

Com o amor no coração...

E com a morte na alma.




Fanfic Twilight: The Mark of a tear - A Marca de uma lágrima

Capitulo 8 Um poema para Jacob

Bella! Onde você andou? Procurei por você o recreio inteiro! — Rose parecia aflita e
Havia pouco tempo para conversar antes da aula de português. — Seu rosto está vermelho... O que houve?

— Nada... Acho que estou resfriada, Rose. Na saída, eu vou com você até o ponto de ônibus. Tenho uma coisa pra te contar que vai deixar você muito feliz.

— E eu também. Já não te disse que...

A fama do professor de português do colegial era de assustar. Diziam que ele era severíssimo.

Na certa aquela severidade não devia ser semelhante à do Brucutu, o terrível bedel-chefe. O professor seria daqueles exigentes, para quem um erro de concordância era tão grave quanto empurrar escada abaixo a cadeira de rodas de uma velhinha paralítica.

Rose estava ao meu lado, afora a vermelhidão, que já desaparecia, era impossível notar qualquer indício de tristeza na minha fisionomia. Ninguém sabia do vulcão que lhe queimava as entranhas, da vontade de gritar, de procurar alguém com quem pudesse dividir desolação.
Mas havia prometido. Eu ia segurar-vela, o cupido do encontro entre meu grande amor e minha melhor amiga. Ninguém saberia de nada.

"Será que alguém já passou por isso?", pensei.
Redação. Meu forte. Se somasse todas as médias de redação de meus oito anos de estudante, daria quase oitenta. O professo, falava sério, mas mansamente. Propôs que todos fizessem um texto, tema livre, de aquecimento.

Olhei para o lado de Rose vi um pavor. Todos sabíamos que a tal redação de aquecimento era o modo mais rápido de o professor conhecer as possibilidades de cada aluno.
Seria a primeira impressão, que definiria o aluno no conceito do professor. Como modificar depois uma primeira impressão desastrosa?
Sabia com a Rose era um desastre em uma redação adequada sorrir para dar confiança a minha amiga e comecei a escrever furiosamente. Em dez minutos, passei a folha de papel discretamente para Rose.
— Pegue. Copie com sua letra.
Bem, a redação de Rose já estava pronta. A amiga estava salva de se ver queimada com o professor logo no primeiro dia de aula. Agora, era a minha vez.

O tema era livre. Mas, que outro tema poderia passar pela minha cabeça, senão a figura idolatrada de Jacob? E estaria disposta a confessar no papel tudo o que sua expressão escondia?
“Idiota que fui”. Pensar que Jacob pudesse se apaixonar por mim, por mim, a gorducha...

Meus pensamentos queimavam por dentro, escrevi:
Quando você me beijou...

"Pensar que Jacob poderia ler nos meus olhos, através dos óculos, e enxergar lá dentro toda a paixão da gorducha iludida..."

Maquinalmente escrevia sempre a mesma frase:
Quando você me beijou...

"Apaixonar-se pela desengonçada, pela feiosa piadista... Ah, que piada! Com o rostinho de Rose à frente... com o corpinho de Rose nos braços... nem pensar!"

Quando você me beijou...

“Burra”! O que Jacob poderia encontrar em mim? A espinha amarela no nariz, como um aríete de pus abrindo caminho rumo à solidão?""

Quando você me beijou...

“O que ele veria”? O que todos vêem, além da gorducha iludida, da feiosa cretina? Edward tem razão. Eu acredito em tudo, como uma cretina. Acreditei até que Jacob poderia me amar.
Cretina! “Acreditei até naquele beijo...”

Quando você me beijou...

“Jacob...”

Vinda do fundo de seu desespero, uma lágrima solitária pingou sobre o papel.

— Isabella! Quem é Isabella?— o professor tinha dado por encerrada a redação.

— Sou eu.

O professor aproximou-se de mim com uma expressão que, com algum esforço, poderia ser chamada de sorriso.

— Meu colega da oitava série elogiou muitos seus textos, Isabella.

Quero começar por ele. Pode entregá-lo para mim?

A folha de redação passou para as mãos do professor e o arremedo de sorriso desapareceu na hora.

— O que é isto? Há apenas a mesma frase escrita várias vezes!

— É um poema concreto, professor. Assim como "Uma pedra é uma pedra", do Carlos Drummond de Andrade. O leitor deve completar o poema de acordo com suas próprias experiências, de acordo com suas lembranças de um beijo de amor...

Risadinhas discretas fizeram o professor erguer um olhar duro, controlador, para toda a classe.

— Uma explicação hábil. Hábil e espirituosa, Isabella. Mas que não passa de uma saída para desculpar a preguiça. A preguiça e a falta de respeito... E isto? Que marquinha redonda é esta?

— Faz parte do poema, professor. É o cuspe do namorado... Desta vez a gargalhada não foi contida e o olhar do professor, surpreso, não conseguiu transmitir autoridade. Tinha perdido o controle de uma classe pela primeira vez na vida.

— Começamos bem, não é dona Isabella? Mas temos um ano inteiro pela frente. Que tal abrir o boletim com um zero?

— Vamos ver se esta classe vai me dar trabalho. Você, mocinha, como é o seu nome?
— Eu? Rose...
— Posso ver a sua redação, Rose? Hum... A estrutura não está má... A idéia é forte... Breve, mas forte... Tem um ritmo que... Parece que me informaram errado. Quem sabe escrever nesta classe chama-se Rose...

A redação de Rose ganhou oito. Nove o professor só dava para ele mesmo, e dez, só para Deus.

— Ah, menina, que judiação! Estou morrendo de remorso. Eu tirei oito com a redação que você fez, e você tirou zero!

— Não esquente a cabeça, Rose. Eu dou um jeito naquele professor, pode crer. Na próxima, ele vai ter de me chamar de Deus e me dar um dez.

— Puxa oito em redação! Nunca tirei isso. Uma nota oito vezes maior que a sua, para duas redações feitas pela mesma pessoa...

— Além de redação, acho que você vai ter de rever a sua matemática, Rose. Oito vezes zero dá zero mesmo.

Ríramos-nos passeei o braço pelos ombros de Rose. Mais ninguém sabia que meu sorriso era uma imagem falsa daquela felicidade.

— Acho que nunca vou poder pagar tudo o que devo a você Bella. E não estou falando de redação. Estou falando de amor...

— Para mim, escrever também é um ato de amor, Rose. Quem escreve ama aquele que vai ler quer conquistar o amor daquele que vai ler.

"Só que Jacob nunca lera o que eu escrevi para ele. Nunca saberá do meu amor. Não há esperança", pensava atrás do sorriso.

— Você é muito adulta, Bella. Adulta demais...

— É que eu tenho sessenta anos, Rose. Mas sou conservada. Agora deixe de bobagem e continue com o amor e suas dívidas... Ou dúvida, sabe lá.

— Nada de dúvidas! Eu estou apaixonada mesmo. Gamada, caída! A melhor coisa que aconteceu na minha vida foi você ter me convidado para aquela festa. Conhecer Jacob foi...

Estava com uma expressão mais interessada do mundo, ouvi todo o relato da minha amiga. Estavam no ponto do ônibus, cheio de gente, e Rose falava baixo, como segredo, como culpa como num confessionário.
Descrevia cada passo daquela noite inesquecível, cada dança, a pressão do rosto de Jacob junto ao seu, as palavras sussurradas ao ouvido.

O único segredo que faltava era Jacob debruçando-se sobre mim no jardim. O único segredo que faltava era aquele beijo. Mas Rose nunca deveria saber disso. Por que estragar-lhe a felicidade? Bastava que uma das duas fosse infeliz.

— Nos braços dele, eu...

— Meu único medo, Bella, é que, para ele, eu não tenha passado de um presente de aniversário, de diversão para uma noite. Mas eu quero aquele garoto! Nem sei o que ele pensa de mim, mas é ele que eu amo. Preciso me encontrar novamente com ele!

— Que tal amanhã, às quatro horas, em frente ao cinema, na esquina da...

— O quê?! De que você está falando?

— Bobinha! Eu não disse que tinha uma novidade que ia fazer você cair para trás? Pois esta é a novidade.
— Você... Você falou com Jacob? Sobre mim?

— É claro que falei. Nós somos primos, não somos? Somos confidentes...

— O que foi que ele disse? O que foi que ele disse Bella?

Sorrir, gozando carinhosamente a ansiedade de Rose.

— Hum... Mais ou menos o que diria Abelardo sobre Heloísa...

— Isso foi numa novela? Não assisti...

— Ah, Rose, isso não é novela de televisão...

— O que ele disse Bella?

— Acho que você vai preferir que ele repita tudo pessoalmente, não vai? O importante é que ele quer encontrar-se com você. No cinema. Amanhã às...

— Ai, ai, ai! A minha mãe...
— Diga que você vai ao cinema comigo. Passo na sua casa lá pelas três e meia. Eu tenho mesmo de dar um pulo numa livraria. Na saída do cinema nos encontramos e voltamos juntas.

— Você é um amor, Bella. Não sei o que eu faria sem você. Amanhã de manhã, no colégio, diga ao Jacob que...

— Eu? Não acha melhor você mesma dizer?

— Não sei se poderia Bella. Quando eu o encontrar, vou ficar muda como uma porta!

— Então escreva um bilhete. Basta sorrir e colocar o bilhete na mão dele.

— Eu bem que gostaria. Ah, se eu pudesse, eu colocaria nesse bilhete tanta coisa, como se...

— Como se o bilhete fosse um buraco de fechadura através do qual Jacob pudesse conhecê-la melhor por dentro.

— É isso! Você sempre diz as coisas certas, Bella.

"Eu também tenho um buraco de fechadura, Rose. Mas Jacob quer espiar pelo seu...”.

— Comigo é diferente. Eu sou burrinha, Bella. Cristiano haveria de rir de um bilhete escrito por mim. Logo ele, que sempre foi o primeiro da classe. Não é isso o que dizem?

— Pelo menos foi isso que a mãe dele disse para a minha.

— Eu não posso bancar a burra com ele, Bella. O que eu vou fazer? Por favor, me ajude!

— Como hoje, na aula de redação?
Abrir o fichário lá estava à folha, com o poema feito na aula de física:

Nos teus braços me abandono,
Ao teu lado sou mulher...

"Você vai receber o meu poema, Jacob...”.

— Aqui está, Rose. Um texto de meu estoque. É só copiar com sua letra e colocar seu nome. Tudo o que você quer dizer ao Jacob está aí.

Rose pegou a folha, meio em dúvida.

— Como pode ser? Eu... Nem sei o que dizer...

"Você nunca sabe o que dizer minha querida...", em pensamento, eu gozava a amiga.

— Pode deixar que eu diga por você.

— Mas... Será que o que está escrito aqui serve para o Jacob?

— Como uma luva.

O ônibus encostou-se àquele momento e começou a engolir a fila de estudantes.

— Obrigada, Bella. Você é demais!

— Corra se não, você perde o ônibus.

— Passe na minha casa as três, não quero me atrasar.

— Tchau, amiga.


Fiquei vendo o ônibus se distanciar, levando minha amiga, sua rival, e a declaração de meu amor, de seu carinho, que serviria para aumentar ainda mais a paixão de Jacob por Rose.

"O condenado à forca prepara sua própria corda..." e o pensamento de oscilava entre a resignação e o desespero.


De uma janela do ônibus, a carinha de Rose a surgiu, jogando um beijo.

— Eu te adoro, Bella!

Sorrir e devolvi o beijo. Agora sem ninguém olhando deixei umas lágrimas represadas por meu orgulho.

"Todos me adoram... E quem me ama?"

Fanfic Twilight: The Mark of a tear - A Marca de uma lágrima

Capitulo 8 Na escuridão do laboratório


- Senhorita Ilusão! Que ótimo reencontrar você!



O sinal para o recreio tinha acabado de soar, eu corria em direção laboratório. Mas no meio do corredor, a figura de um rapaz me deteve, sorrindo e olhando-a bem de frente, bem nos olhos.



— Hein?



— Não se lembra de mim, senhorita Ilusão? Afesta de sábado, o aniversário de Jacob...

Sou o Edward, lembra?



— Oi, Edward. Desculpe, mas...



— Quer dizer que você estuda aqui? Que sorte! Acabo de me transferir para o terceiro ano e talvez...



— Desculpe Edward. Estou com uma pressa danada. Depois a gente conversa, ta?



— É... Dizem que a ilusão é como uma ave que vem e vai. Só que eu não gostaria de perder a ilusão, entende?



— Tchau, Edward...



Certifiquei de que não havia ninguém olhando e entrei silenciosamente no

Laboratório. Fechei a porta sem um ruído e esperou que a visão se acostumasse ao escuro. As janelas do laboratório eram cobertas com cortinas pesadas para proteger da luz os produtos químicos. Um lugar ideal para um encontro de namorados.



Aos poucos, com a fraca luz que se filtrava através das cortinas, pode perceber as estantes envidraçadas, cheia de frascos contendo formas assustadoras conservadas em formol.

Uma enorme cascavel, com seus guizos, flutuava num líquido avermelhado por seu próprio sangue. Ao lado, uma caranguejeira peluda movia-se lentamente numa gaiola de vidro.

A cobra, a aranha, o sangue... Sentir um calafrio percorre a minha espinha e, por um momento duvidei que aquele lugar fosse adequado para o inicio do meu namoro.

Por um momento, tive medo do encontro com Jacob.

Mas o temor transformou-se em ansiedade quando percebi o ruído suave da porta que se abria.

— Priminha! Oi, priminha! Você está aí?

Eu sorri e deixei passar um tempo de suspense, antes de responder com a voz mais suave que conseguiu fazer:

— Estou aqui, meu querido...



Jacob guiou-se pela voz e veio abraçar me deu apertado, como da primeira vez. E, como da primeira vez, beijou-lhe o rosto com um estalo.



— Priminha querida! Foram os anjos que me fizeram reencontrar você!



"Claro! Os anjos sempre ajudam os semelhantes, meu querido...", pensei sem vergonha de sorrir embevecida, porque a penumbra era um disfarce perfeito. Era mais. Era uma fantasia.

— Há quanto tempo não nos vemos priminha... Desde crianças. Mudamos muito, não é verdade?



"Você foi à lagarta que virou borboleta, meu amor...", pensei.



— Você ficou uma lindeza...



"Vem, borboleta, vem cá depressa, asas douradas, me carregar. Vem, vamos juntos, num céu sem túneis, buscar caminhos só de nós dois...", num turbilhão, os pensamentos explodiam em versos dentro da minha cabeça.



— Tanto tempo... Mas eu nunca me esqueci de você... "Catar o pólen, fazer a cera, colher futuros, mexer o mel. Deixar passados, erguer castelos, juntar o antes com o depois... Droga! Isso não é hora de fazer poesia. É hora de viver poesia!"



— Me lembro muito bem... Você ficava uma gracinha de óculos!



"Tolinho! Eu não usava óculos quando era criança...", ri por dentro.



— Eu me lembro... Suas trancinhas... "Ah, Jacob... eu nunca tive trancas...”.



— Como foi bom reencontrar você, priminha... Isso mudou a minha vida...

"A minha também, meu amor...”.

— Era isso que eu queria falar com você... Jacob nem sei como começar...



"Abrace-me, meu querido, me abrace que eu espero a vida inteira...”.



— Isabella, eu estou apaixonado... "Por mim, boneco, pela sua Bella...”.



— Nem sei dizer... Já houve outras garotas, mas, agora... “Agora sou eu, Jacob”. “Meu Jacob!”



— Agora é diferente. Eu sei que é amor... "Por mim..."



— Nunca me senti desse modo. Por isso eu sei que só pode ser amor...

"Por mim..."



— Estou apaixonado... "Por mim, Jacob!"



— Por Rose, Isabella...



A aranha encolheu-se na gaiola de vidro e a escuridão do laboratório pareceu crescer, como se tivesse anoitecido subitamente, apagando a imagem de Jacob, arrancando Jacob do meu alcance.



"Rose? Ele ama Rose? E eu, meu amor, e eu?"



— Ah, priminha, como foi maravilhoso você ter levado Rose à festa. Rose é linda... é assim como... Eu caí por ela na hora... Ela é... Nem sei como dizer... Se você soubesse quanto me fez feliz...



"Ah, Jacob, se você soubesse quanto me destruiu...”.



— Quero que você seja a madrinha do nosso namoro, Isabella. Quero dividir nossa felicidade com você.



“Jacob, não faça isso comigo. Acuda-me, me salve Jacob...", sem poder explodir em protestos, o pensamento de Isabela caía de joelhos.



— Você vai ajudar o nosso amor, priminha. Eu lhe peço que... Eu lhe peço que fale com Rose e combine um encontro para amanhã à tarde. Você me ajuda? Vamos, priminha, prometa que vai nos ajudar!



— Eu? Sim... É claro, primo. Eu... Eu prometo...



— Isso, priminha! Diga a Rose que eu vou esperá-la as quatro, em frente do cinema, na esquina da...



— Um cinema? É que a mãe da Rose é tão...



— Diga que vocês vão juntas ao cinema, priminha. Por favor, eu estou voando de felicidade.



Ajude-me!

"E eu estou afundando, Jacob, estou me afogando... acuda-me... salve-me, meu amor..."pediu a menina em pensamento.



— Você prometeu Isabella.



— É claro, primo, eu prometi...



— Posso contar com você?



— Pode contar comigo...



— Eu te adoro, priminha!



Abaixei a cabeça na hora de ganhar o beijo estalado, prêmio de consolação para a cretina que acreditava na ilusão. Assim, o beijo marcou-lhe a testa Jacob não senti o gosto salgado dos filetes de derrota que escorriam pelo meu rosto.



"Jacob, não era essa adoração que eu queria... Eu queria o seu amor, eu queria você, Jacob... meu amor...”.



Fiquei sozinha, com a escuridão que tomava conta do meu ser.

Meus olhos molhados me sentaram debaixo de uma mesa a dor era imensa não conseguia para de chorar queria que me levasse para um mar distante, escondendo sob toneladas de águas salgadas como lágrimas.

“O que aconteceu”? Como isso foi acontecer? Jacob, você não podia fazer isso comigo...



Não me mate, meu amor... Não mate o meu amor... Com a Rose? Logo com a Rose, minha melhor... Não, com a Rose, não, com outra garota, não, Jacob... Ame-me, por favor... Ame-me como eu te amo, meu amor... Por que você não pode me amar? Se eu te amo tanto...



Ninguém poderá te querer como eu, Jacob, minha paixão, meu primo, minha vida... Por que você me beijou daquele jeito? Por que tanto, Jacob? Por que eu estava ali, à mão? Nada disso, não pode ter sido só por isso.



Aquele beijo era de verdade, Jacob, eu senti que era de verdade... “Eu ainda sinto meu amor...”.



Ouvir um ruído suave na porta me fez emergir em desespero. Seria ele? De volta para contar que tudo não passara de uma brincadeira? Que Rose não importava e que era eu que ele amava?



Mas, mesmo na penumbra, mesmo com os olhos afogados pela desilusão, dava para perceber que o vulto estava de branco. Talvez o guarda-pó do encarregado do laboratório.



Escondi-me ainda mais me fundindo nas sombras Não! Ninguém podia me ver naquele estado. Não! A não ser o seu grande inimigo, ninguém, jamais, a vira num estado como aquele.



O vulto aproximou-se de uma das estantes. Pegou um frasco, tirou algo de dentro, guardou-o e saiu rapidamente do laboratório.



Quando a campainha soou, anunciando o final do recreio, sequei o rosto e me pus em pé, aproximei e li distraidamente o rótulo do frasco que o vulto de branco pegara:

Linamarina...



“Isso tem nome de mulher”. Lina e Marina. Duas mulheres... O que será isso? Será que é costume esfacelar os sonhos de garotas apaixonadas e guardar aqui o pozinho que sobra? Daqui a pouco, acho que vai haver um novo frasco com o rótulo ISABELLA “... Glicosídio cianonitrila.

”Química”! Uma ciência de palavrões. Bem, vou aprender todos eles antes que o ano termine.

“Chega de palavras carinhosas.”

Enxuguei melhor, arrumou a roupa, o cabelo e decidiu-se:

“Vamos lá, Bella”. Vamos rir e fazer os outros rirem. Como sempre. Ninguém tem nada com a sua vida, Isabella. Nem com a sua morte. Eu prometi. Agora vou cumprir minha promessa.



“Vai cretina! Vamos ajudar a liquidar a sua própria ilusão!”



Estava calma quando sai do laboratório. Mas, dentro da gaiola de vidro, a aranha peluda sacudia-se loucamente.

Fanfic Twilight: The Mark of a tear - A Marca de uma lágrima

Capitulo 6 A primeira marca

- Oi Bella! Não te liguei ontem por que...

Rose chegou à classe atrasada, como sempre o professor já estava entrado e só tive tempo de dizer.

- Eu tenho uma coisa maravilhosa pra te contar, Rose...

- È? Eu também tenho uma novidade que vai fazer você cair dura, Bella!

- Depois a gente fala.

Era aula de física uma matéria nova, como tudo deveria ser novo naquele inicio do curso colegial. Como tenho jeito com matemática mais queria tanto ter aula de literatura, com poemas de Fernando Pessoa, ou Vinicius, ou Eduardo Alves da Costa.

Jacob, naquele momento estaria assistindo a sua primeira aula no segundo ano poderia fingir que não apreendi a tal física para depois ter algumas aulas particulares com ele.

Ele era o primeiro da sala pelo menos falam que é um aluno exemplar mais não ia me apreender a física não é meu problema só ia ter um motivo para te por perto.

A professora procurava conquistar a classe, ela faz de simpática e engraçada aff como todos no primeiro dia de aula depois mostram que é não é de verdade.
Distraída eu deixei a caneta deslizar pelo caderno. Comecei a escrever com tanto sentimentos.

-. . . A física estuda a relação que existem. . .

Neste físico de um deus grego,
Numa intensa relação,
Eu, pálida e bêbada, tremo.
E me afogo e me sufoco
Entre loucura e paixão. . .

-. . . Entre a meteria e a energia. . .

Quero fundir meu corpo
No teu corpo junto ao meu.
Nos teus braços serei cega
Pra que seja o meu guia.
Nós seremos as matérias,
Nosso amor será a energia. . .

-. . . A energia afeta a matéria. . .

Se esse amor me modifica,
Transforma-me, me edifica,
Se ele afeta tanto a mim,
Também te transformará.
A energia desse amor
Afetou-nos para sempre,
E a matéria que hoje somos
Outra matéria será. . .

-. . . E a matéria afeta a energia. . .
Seremos dois novos amantes
Pelo amor energizados,
Transformados,
Mas em quê?
Quem era antes de mim?
Quem é depois de você?

-. . . Esse processo de transformação é o objetivo. . .

No meu seio serás meu
Para o uso que eu quiser.
Nos teus braços me abandono,
Ao teu lado sou mulher. . .



O sinal veio interromper a aula e o poema. A aula seguinte seria de inglês, e a classe se
Dividiria, misturando-se a grupos de outras séries, de acordo com o nível de conhecimento de cada aluno. Eu estudava inglês há tempos e, por isso, fora selecionada para a turma mais adiantada.
Pensei em entregar o poema a Jacob. Destaquei a folha do caderno e guardei
Cuidadosamente dentro do fichário. Nem assinou. Assinar para quê? Não havia duas pessoas no mundo que pudessem dizer o que estava dito naquele papel.

Acenei para Rose, que no inglês ficara numa turma mais fraca, corri para a sala para conseguir um lugar bem no fundo, onde pudesse ficar pensado em uma idéia maravilhosa de Jacob.

A primeira imagem, em carne e fascinação, que surgiu diante dos olhos diante dos meus olhos.
Jacob sorriu lindo, lindo sorriso, lindo Jacob, eu vacilei por um momento.
Estava sentada na primeira carteira, longe de Jacob e ao alcance da respiração do
Professor de inglês.
Tonta! Agora nem podia olhar para Jacob sem chamar a atenção. Mas ele estaria olhando para mim. O tempo todo até podia sentir o calor daquele olhar em minha nuca.

Fechei meus os olhos por um momento e fiquei pensado no beijo no jardim...
Um beijo suave, longo e quente... Um beijo de Jacob.

— I think we could begin by reviewing the defective verbs. Of course, during the holidays you forgot most of your English, didn't you?

- Acho que poderíamos começar por rever os verbos defectivos. Claro que, durante as férias que você esqueceu a maioria de seu Inglês, não é?

A minha frente o professor iniciou a aula, falando com aquele mesmo tom amistoso de todo inicio de ano aff pura falsidade, pois depois eles querem acabar com os alunos. Em poucos dias, estaria aos gritos, pedindo silencio em português.
Por cima do meu ombro, a mão de um colega passou um papelzinho dobrado com todo cuidado para o professor não notasse, peguei o papelzinho e desdobrei no meu colo por baixo da carteira.
Me sentir como se visse um anjo tivesse aparecido com uma camisola azul e trombeta de ouro para me anunciar o paraíso.

Priminha querida, preciso muito falar com você. Onde poderemos conversar sossegados? Adoro-te! Jacob.

O professor continuou o falatório mais não prestava atenção no professor só estava com um pensamento "Ele quer falar comigo... comigo!" me senti meio febril.

— It's easy, isn't it? But you mustn't forget that there's no rule to help you use those verbs...
- É fácil, não é? Mas você não deve esquecer que não há nenhuma regra para ajudá-lo a usar esses verbos.
Escrevi rápido para o professor não ver quatro palavras no meu caderno me encontre no laboratório cheia de emoção será que vou ter outro beijo quente com sabor de hortelã.
Dobrei o papel e passei para o colega do lado para entregara para meu amor.

As palavras de Jacob penetravam como se fosse um vírus caindo em minhas veias, misturado ao meu sangue e indo infectar o coração.

“Neste momento, ele deve estar igualzinho a mim, pensando em mim”... Vamos pensar juntos, um no outro, Jacob. Será como se estivéssemos de mãos dadas.

Fiquei olhando o bilhete do meu deus ao olhar novamente para aquela letra apressa, notei que uma marca redondinha tinha acabado de borrar a palavra adoro.
Era a marca de uma lágrima de felicidade, pois meu sonho estar para cumprir o amor da minha vida.
— Eu também te adoro, meu amor... — sussurrei para mim mesma e apertando o bilhete contra meu peito.

Fanfic Twilight: The Mark of a tear - A Marca de uma lágrima

Capitulo 5 Domingo de espera

Como fui idiota! Totalmente idiota, fiquei escondida naquele jardim, com uma burra, imaginando, como uma besta, que o Jacob estava dançando com a Rose a festa inteira.

Coitado, vai ver ficou o tempo todo me procurando... Até me encontrar bêbada como uma anta.

- Idiota. . . – falou mal o inimigo rachado. – E se ficou mesmo com Rose a festa inteira?

- Chega cale a boca! E por que ele me procurou no jardim? Por que me beijou? Ah, eu posso morrer agora, mas aquele beijo ninguém vai tirar de mim!

Aquele beijo... Ainda sentia os meus lábios queimados e as narinas embrigadas com aquele cheiro de sonho.

Acordei em casa com enjôo de ressaca minha cabeça estava me matando não me lembrava como cheguei à casa só conseguia lembra do beijo de Jacob depois nada.

A manhã começou mal, naturalmente, com minha mãe piorando da enxaqueca e lamentado pelo o que os vizinhos diriam ao me vê como cheguei a casa completamente bêbeda.

- Uma fedelha! – chegando bêbeda como uma porca.

- Ah, se seu pai fosse vivo você ia ver o que ia lhe acontecer!

- Mas papai é vivo!

- Não. Para mim, ele está morto. Com aquela sujeitinha, para mim ele morreu.

- Mortos não mandam cheques, mãe.

- Cala boca mocinha, olha com fala comigo.

Fiquei calada tudo tinha passado, menos a lembrança daquele beijo que marcou a minha vida.

Pensei em ligar para Jacob, mas era melhor não por que ai ficar nervosa e ai fazer alguma gozação e estragaria tudo o que começou com beijo.
Tinha uma pressa de encontra o Jacob mais era domingo era dia de sair com meu pai.
Era outra razão para esperar mais um dia, o dia que separava a descoberta do meu sonho e o reinicio das aulas. O inicio de uma nova vida com Jacob.

Pensei em escrever uma carta ou um texto onde eu colocasse tudo que estava sentindo desde versos nascidos da paixão até confissões, era com se eu queria passar a limpo, exibir minha alma nua, preencher um passaporte para Jacob me tomasse em seus braços e nunca mais deixasse partir.

No colégio ninguém podia disputar comigo na hora de falar e escrever. Ah se eu pudesse escrevia tudo o que sentia mais hoje era domingo e os domingos não são meus e sim do meu pai Charles.
Quando a buzina soou, dei uma ultima olhada para o meu inimigo, mostrei a língua e fui ao encontro do meu pai de todos os domingos.


- Pai, você me acha linda?

O restaurante estava lotado. Como acontece com todos neste dia de domingo. Desde que meu pai havia nos largado para viver com outra mulher era assim todo o domingo um novo restaurante.

- Hein? É claro que acho. Você é a princesa do pai. A garotinha mais linda!

Meu pai havia me contando que não estava mais com a Lucia e sim com uma tal de Helena mais estava tão feliz que não me importei queria que ele fosse feliz com quem fosse com eu estava neste dia.

Ele me levou para casa ao anoitecer estava prestes a dormir fiquei imaginado como meu pai conheceu esta Helena? Será que foi igual a mim e Jacob no jardim...

A noite abraçada ao meu travesseiro, só um nome ocupava todo meu ser.

- Jacob. . .



Fanfic Twilight: The Mark of a tear - A Marca de uma lágrima

Capítulo 4 Meu primeiro beijo

Sair do meio da pista tive tanta raiva que apanhei um corpo com liquido meio vermelho era um pouco amargo para ser vinho, mas não estava ligando estava com tanta raiva que já estava no quinto copo, sempre vinha àquela cena na minha cabeça do meu deus dançado com minha melhor amiga.
Sentir uma lágrima rolando pelo meu rosto. Não agüentava, mas ficar lá tinha que sair silenciosamente pela porta-janela que dava para o jardim.

Só pensei que minha melhor amiga havia tirado meu anjo o único que havia apaixonando a primeira vista o lugar dele era no meu coração e não com ela.

Cada vez me sentia perturbada, sozinha, bebendo muito enquanto olhava pela a moldura da porta da janela era como uma tela de cinema só havia casais de namorados dançando.

Estou sozinha, no escuro da platéia assistindo aquele filme, imaginando a história, criando cada fala, cada cena.

Interrompendo meu filme na tela uma iluminada surgiu uma silhueta que não fazia parte do enredo. A silhueta caminhou até o onde estava sentada.

- Oi. É uma festa particular? Por que não me convida? – disse um rapaz me tirando dos meus pensamentos.

Desvie meu olhar, por um momento, odeie aquele rapaz que me distraído do meu sonho, tinha cabelos bagunçados cor de bronze, olhos cor de verde meio ogre, pele clara, com músculos pouco definidos, alto estava usando uma calça de jeans e uma blusa azul.

- Eu. Sou Edward e você?

- Eu? Sou a ilusão...

- É um nome estranho para quem está sozinha...

- Pode me chamar de cretina, então. É o meu apelido.

- Cretino é aquele que crê em tudo o que ouve. Você acredita em tudo?

- Eu? Não. Só naquilo que ilude. – disse com ironia.

- Acreditaria se eu dissesse que é a garota mais linda da festa?

- Não. Eu diria que você está me gozando. E o esbofetearia.

- Seria uma nova experiência ser esbofeteado por uma ilusão. – disse sorrindo.

- ou por uma cretina... – disse rindo dele.

- Você tem resposta para tudo, não é?

- Não. Só pra gente que tem pergunta pra tudo.

Estava tão aborrecida com aquele cara que pegue meu copo e tomei o resto do liquido escorreu quente, queimando tudo por onde passava.

- Quer outro refrigerante? Vou buscar.

Edward se afastou e aproveite para internar-se ainda mais no jardim, escondendo nas sombras.

Pela a janela dava pra ver o vulto de um casal abraçado. Impossível reconhecê-los sob a pouca luz do jardim. Eu sabia que eram eles,meu amor volta pra mim.


Caiu no chão não conseguia me mover minha cabeça doía muito com a bebida fazendo minhas veias e artérias pegando fogo.

Fechei meus olhos estava fora de mim não via nada estava muito bêbada e com uma dor no peito que não parava de doer.
Sentir a grama a picar-lhe o rosto e senti braços fortes que começavam ame levantar do chão.

- Jacob... Você veio...

Fui abraçada fortemente contra o peito que me amparava. O calor daquele corpo forte me deu febre e seus lábios espremeram-se loucamente contra aquela pele quente, com cheiro de colônia.

Sentir uma correntinha roçarem em minhas mãos erguei a cabeça, oferecendo os meus lábios úmidos, ávidos, desesperados.

Uma boca maravilhosa colou-se á minha, enquanto a força daqueles braços me apertava com loucura. Senti-me morrer de felicidade e o mundo apagou-se com um adorado estourando em minha cabeça como um coro de anjos.

- Jacob. . . Meu amor...


Por Te Beijar (Por Besarte-LU)
E não tive tempo de mostrar
Que eu quero te amar
Que por um beijo posso conquistar o céu
E deixar minha vida para trás

Quero te pertencer ser algo em sua vida
Que me possa amar
Com um abraço forte fazer-te uma poesia
Renunciar aos demais

E em cada frase oculta do que você diga
em um beijo falará
Já não me resta dúvidas, só vem e escuta
decidamos começar


Por beijar-te
A Minha vida mudaria em um segundo
Tu, seria meu equilíbrio, meu destino
Beija-me, e só assim posso te ter
Eternamente em minha mente

Um só instante basta neste momento
Para poder saber
Se ainda nos resta tempo para estar em meio
Ao que ira acontecer

Comigo não há perigo, vem te necessito
A distância não é
Motivo do esquecimento, aqui estou eu contigo
E para sempre eu estarei

Por beijar-te
A Minha vida mudaria em um segundo
Tu, seria meu equilíbrio, meu destino
Beija-me, e só assim posso te ter
Eternamente em minha mente

http://www.youtube.com/watch?v=LHQIK4Kkzfg

Fanfic Twilight: The Mark of a tear - A Marca de uma lágrima

Capítulo 3 Lindo com um deus


Estava me arrumando para a tal festa. Ele estava de volta meu inimigo mais agora com uma marca no meio da cara uma cicatriz de cima até embaixo, estava me dizendo que estava medonha com minha blusa vermelha, com uma calça jeans e que meu cabelo estava um lixo.

- Todos vão rir de você. – disse com odeio.

- Eu não dou tempo de rir de mim, mas sim do que eu falo. – disse com a voz triste.

- Isabella á gozadora, palhaça. – disse o inimigo.

- Não queria tantos risos. – disse com voz de tristeza.

- Queria apenas um sorriso. Queria estar quieta e ver alguém se aproximar, olhando nos meus olhos. Sorrindo para mim. – disse com uma lágrima em seu rosto.

Eu também sorria e nada mais precisava ser dito ou feito.

- Isabella á Rose chegou. – minha mãe gritava.

Sair do quarto olhando pela a última vez meu inimigo.

Fui para a sala e encontrei a Rose perfeitamente linda com a pele clara seus cabelos dourados, olhos azuis, combinavam com sua roupa uma blusa azul com uma mini saia branca.

- Que cheiro bom Rose? Que perfume você estar usando.

- Deixa de besteira Isa, é o mesmo que você usa. – disse Rose rindo.

Não tinha como estar perto de Rose linda, maravilhosa sem sentir humilhada, pois eu uma garota feia, gorda.


Saímos de casa pegamos um ônibus descemos em um ponto perto de um bar e andamos um pouco a pé.

Era mesmo uma beleza a casa da tia Esme era linda, com sua pele bronzeada, cabelos ruivos e olhos castanhos estava com um sorriso maravilhoso recebendo os convidados com se fosse dela a festa.

- Isabella quanto tempo! Você estar crescida uma moça linda. – Esme disse me abraçando.

- E esta lindeza, quem é – disse olhando para rose.

- È minha amiga rose. Pensei que a senhora não se importaria.

- Claro que não me importo! Jacob vai adorar mais uma linda garota na festa.
Entramos na casa e via as dimensões do salão perdiam-se nos cantos escurecidos pela iluminação precária, cheia de clarões piscantes.
No meio do salão, os corpos sacudiam-se ao ritmo de um frenético, parecia com a representação de um inferno alegre, alucinante.

A música estava cada vez mais alta. Esme tentava me diz algo mais não ouvia nada.
Quando uma massa confusa de dançarinos surgiu uma imagem dos meus sonhos ousados como se tudo que mais desejei tivesse corpo e forma.
Ele se aproximou, com aquela luz maluca fazendo brilhar seus dentes e castanhos dos seus olhos.
Tia Esme ria cada vez mais, não tinha dúvidas aquele era JACOB.

Meu primo parecia um deus grego ou um Apolo.
Esme disse algo para Jacob que andou até minha direção.
Sentir enlaçada por aqueles braços o rosto colocado no meu.
- Oi prima. Você ficou linda. – disse no meu ouvido.
- Linda. Eu sou linda – eu murmurei para mim.

Jacob beijou o meu rosto com força fazendo estalar os lábios.
Fiquei com meu príncipe dançando agrudados, no meu interior até que fim a pessoa que sempre sonhei estava na minha frente sorrindo.

Quando a música acabou começou a tocar uma lenta queria dança com meu Apolo.
- E esta beleza quem é. – Jacob disse olhando para Rose.
- Hã? Ah! É Rose minha amiga. – disse sorrindo pra ele.
- Então vamos nos apresentar Rose. – Jacob disse me soltado e indo Para perto dela.
Ele a envolveu em seus braços foram dançar numa forma lenta arfante.
Fiquei sozinha na pista pensando.
- Rose, devolva meu sonho.


Inalcançável


Sinto-te tão distante e ao mesmo tempo tão perto
Decifrando seu silêncio
Então me imagino dentro de sua pele
Mas perco na tentativa
E por mais que eu procuro te dar amor
Você nunca me nota
Se soubesse que posso morrer por você, por você...

Inalcançável como uma estrela, tão distante
Um amor quase impossível
Invisível como o ar
È tão inalcançável, tão sublime como um anjo
Um amor quase impossível
Como fogo que não queima
Você se torna inalcançável... Inalcançável

Vivo na calçada da sua solidão
Quando alguém te machuca
E já não te disseram que não há ninguém mais
Que te ame sem medidas
Como te dói ver suspirar por quem não te faz feliz
Se soubesse que posso morrer por você, por você...

Inalcançável como uma estrela tão distante
Um amor quase impossível
Invisível como o ar
È tão inalcançável, tão sublime como um anjo
Um amor quase impossível
Como fogo que não queima
Você se torna inalcançável... Inalcançável

Inalcançável como uma estrela, tão distante
Um amor quase impossível
Invisível como o ar
É tão inalcançável, tão sublime como um anjo
Um amor quase impossível
Como o fogo que não queima
Você se torna inalcançável... Inalcançável
Inalcançável...
Inalcançável...
Inalcançável...